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Ansiedade: Isso tem a ver com você?

Ansiedade: Isso tem a ver com você?

Ansiedade é aquele estado de tensão provocado pela preocupação exagerada com relação a algum acontecimento cujo resultado pode ser desagradável. É quando temos aquela sensação de aperto no peito, aquele nó na garganta sobre nem se sabe bem o porquê. Esse conflito entre o que queremos que aconteça e o que pode ser o resultado, causa este descompasso no nosso pensamento.Para alguns é apenas questão de tempo e espera pelos acontecimentos, para outros é um tempo no qual só há lugar para o sofrimento, para o temor de que um revés possa ocorrer. Como exemplos, a espera por um filho às vésperas do parto, a espera para receber um caderno de questões numa prova ou numa seleção de vagas para um emprego. Há também a clássica espera do motorista do carro de trás que imediatamente buzina para o carro da frente tão logo abra o sinal.Há ansiedade que tem fundamento no medo. Se as coisas vão mal no relacionamento amoroso, ou no trabalho, o risco de perder a companhia ou o emprego gera tensões, gera ansiedade. Algumas pessoas parecem precisar da ansiedade para viver pois, sem nenhum motivo ou causa conhecida elas experimentam os sintomas de ansiedade. Estas parecem estar vendo o fim do mundo. É importante perceber os “gatilhos” que disparam a ansiedade. Veja bem, a banda Engenheiros do Havaí, tem uma música que diz: “Já vi o fim do mundo várias vezes, e na manhã seguinte estava tudo bem”.  A ansiedade é resposta comportamental ao mundo que a pessoa percebe. Não há segredos, se percebemos o mundo como ameaçador nos sentiremos impotentes.  Charles Spurgeon, teólogo inglês, afirma que “Nossa ansiedade não esvazia o sofrimento do amanhã, apenas esvazia a força do hoje”. Ansiedade e angústia tem origens diferentes, ansiedade vem do termo latino anxius que significa desorientação, mente perturbada por afetos profundos e desconhecidos da pessoa, já a angústia vem do termo grego angor que significa estreitamento e é a mesma origem da palavra angina que é o estreitamento da artéria coronária, que dá dor no peito. Angústia, portanto, é referência para sintomatologia livre do medo, já ansiedade, é referência para afetos enraizados no medo de perder, medo de sofrer, medo de fracassar, etc.Os principais sintomas de ansiedade são: palpitações, sudorese, sensação de sufocamento, humor agressivo ou deprimido, mudanças no comportamento alimentar, comer muito ou ficar sem comer, perda de apetite sexual, entre outros.  É a sensação de medo de dar conta do riscado, que produz ideias fixas e estas disparam o gatilho da ansiedade. Antes de pensar em medicação, esforçar-se por superar os pensamentos fixados é o melhor a fazer.  Ouvir música, conversar com pessoas amigas, usar a criatividade nos afazeres, ou fazer as mesmas coisas, mas de outras formas.  Arrumar tempo para ver um bom filme, praticar exercícios coordenados, enfim, gastar energias costuma ajudar. Contudo, se ainda permanecerem sintomas, a ajuda psicológica é recomendável. Nos casos mais agudos, deve-se ter acompanhamento médico psiquiátrico.  Observe, se você é capaz de perceber se suas preocupações estão normais ou exageradas, está em condições de dar conta de sua ansiedade.  Contudo, se isto está escapando ao controle procure ajuda profissional.  A frase de hoje é de Mário Quintana: “Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja”.

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